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sexta-feira, 30 de agosto de 2019

O que é Câncer de Próstata ?


Câncer de Próstata
Antes de falarmos sobre o câncer de próstata, é preciso explicar o que é a próstata, qual a sua função e quais os possíveis problemas que podem ser apresentados por ela.
Glândula prostática

A próstata é uma glândula exclusivamente masculina. Localizada na parte baixa do abdômen, bem próxima da bexiga, ela é mais ou menos do tamanho de uma castanha e seu formato é parecido ao de uma maçã.
Ela envolve a parte inicial da uretra, o canal pelo qual a urina armazenada na bexiga é eliminada, e é ela quem produz o líquido prostático, que serve de veículo para os espermatozóides, liberados durante a ejaculação. É dentro da próstata que ocorre a transformação do principal hormônio masculino, a testosterona, em diidrotestosterona, que controla o seu crescimento.
Com o passar dos anos, é comum a glândula prostática ser acometida por dois tipos de problemas: a hiperplasia e/ou o câncer de próstata.
A hiperplasia é caracterizada pela multiplicação benigna das células da próstata. Quando isso acontece, a próstata aumenta de tamanho e comprime a uretra, provocando sintomas, tais como:
Dificuldade de urinar, já que o jato urinário fica mais fino e perde a força;
Aumento na frequência da vontade de urinar, pois a bexiga não é esvaziada completamente, mantendo um resíduo de urina.
No câncer de próstata, essas mesmas células podem crescer e invadir os tecidos vizinhos. E como o tumor é considerado uma lesão maligna, ele pode gerar metástase, ou seja, implantar um tumor em outras regiões do corpo ou em outros órgãos.
Por outro lado, a próstata necessita dos hormônios produzidos pelos testículos para funcionar: os chamados andrógenos. Responsáveis pelas características sexuais masculinas, quando a produção desses hormônios é baixa, pode haver o encolhimento da próstata.
Câncer de próstata. O que é e como se desenvolve
O câncer de próstata é o tipo de câncer mais frequente nos homens (excetuando-se os cânceres de pele não melanoma), principalmente acima de 50 anos.
É classificado como:
Câncer de próstata localizado
Câncer de próstata localmente avançado
Câncer de próstata avançado (metastático ou recidivado)
Alguns tumores crescem de forma bastante lenta. Porém, em alguns casos, os tumores crescem rapidamente, espalhando-se para outros órgãos.
Causas
As causas do surgimento do câncer de próstata ainda são desconhecidas. O que se sabe é que tem origem em desequilíbrios genéticos que causam alterações moleculares responsáveis pelo seu desenvolvimento.
Sinais e sintomas do Câncer de Próstata
Dificuldade para urinar, já que o câncer começa a obstruir a uretra;
Sensação de queimação da uretra;
Dor, com mais ou menos intensidade, na região entre o ânus e o escroto;
Infecção urinária;
Jato urinário com interrupções;
Dor ao urinar;
Diminuição da força do jato urinário;
Dores na coluna, fêmur e bacia;
Aumento no número de micções noturnas;
Retenção de urina;
Sangramento ao urinar;
Insuficiência renal;
Perda de peso;
Infecções generalizadas.
Referências
Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva. Disponível em www2.inca.gov.br/wps/wcm/connect/tiposdecancer/site/home/prostata. Acesso em 31/03/2017.
Sociedade Brasileira de Urologia. Disponível em portaldaurologia.org.br/medicos/doencas/cancer-de-prostata/. Acesso em 30/03/2017.
Sociedade Brasileira de Urologia. Disponível em sbu-sp.org.br/old/publico-geral/materia_doencas.php?id=17. Acesso em 31/03/2017.
Diretrizes Diagnósticas e Terapêuticas do Adenocarcinoma de Próstata. Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS – CONITEC. 2015 Ministério da Saúde.
Romeu Gomes et al. A prevenção do câncer de próstata: uma revisão da literatura. Ciência & Saúde Coletiva, 13(1):235-246, 2008.
Instituto Oncoguia – www.oncoguia.com.br www.oncoguia.org.br.

O que é Câncer ?

Nosso organismo é formado por uma enorme quantidade de células com funções diferentes e que trabalham de forma organizada.
Em um corpo saudável, elas crescem, se dividem, morrem e são substituídas de maneira controlada, em um processo natural chamado divisão celular.
Mas quando essas mesmas células sofrem algum tipo de alteração no DNA e passam a se dividir e se reproduzir de forma descontrolada é que surgem os problemas.
web graphics oncology solid tissue tumorEsse crescimento desenfreado resulta em um agrupamento de células, que pode causar a origem de uma massa, conhecida popularmente como tumor.

Mas vamos com calma! Nem todo tumor é considerado câncer. O chamado tumor benigno se forma a partir de células muito semelhantes às normais, que não se multiplicam tão rapidamente e não são capazes de migrar para outros tecidos. Neste caso, na maior parte das vezes, em uma cirurgia o tumor é removido e o paciente já pode se considerar curado.
O diagnóstico do câncer (também conhecido por neoplasia) só acontece quando as células alteradas crescem de maneira desenfreada, tornando-se malignas. Elas podem se soltar dos tecidos e até migrar para outras partes do corpo, por meio da circulação sanguínea ou do sistema linfático (uma rede de vasinhos que se distribuem pelo corpo). Quando a doença atinge diferentes órgãos, chamamos de metástase.
O câncer pode ser sólido (quando há existência de um tumor maligno) ou hematológico (no sangue). Os cânceres hematológicos mais comuns são as leucemias, os linfomas, o mieloma múltiplo, a síndrome mielodisplásica e as síndromes mieloproliferativas. Os cânceres sólidos mais comuns são os de próstata, mama, colo de útero, pulmão, intestino, estômago, pele entre outros.
É importante frisar que, se descoberto no início, tanto os cânceres sólidos, quanto os do sangue, podem ser tratados e não gerar metástases, aumentando, e muito, as chances de cura! São diversas as opções de tratamentos, que podem trazer uma vida normal e com qualidade ao paciente.
Por isso, se você notou algo diferente em seu corpo, procure um médico (o especialista em câncer do sangue é o onco-hematologista).

quinta-feira, 29 de agosto de 2019

Como o Ebola é transmitido?

A transmissão se dá por meio do contato com sangue, tecidos ou fluidos corporais de animais e indivíduos infectados (incluindo cadáveres), ou a partir do contato com superfícies e objetos contaminados. Destaca-se que não há registro na literatura de isolamento do vírus no suor.
Não há transmissão durante o período de incubação. A transmissão só ocorre após o aparecimento dos sintomas.
Acredita-se que o vírus foi transmitido para seres humanos a partir de contato com sangue, órgãos ou fluidos corporais de animais infectados, como chimpanzés, gorilas, morcegos-gigantes, antílopes e porcos-espinho.
Na África, os surtos provavelmente originam-se quando pessoas têm contato ou manuseiam a carne crua de chimpanzés, gorilas infectados, morcegos, macacos, antílopes florestais e porcos-espinhos encontrados doentes ou mortos ou na floresta.
Depois que uma pessoa entra em contato com um animal que tem Ebola, ela pode espalhar o vírus na sua comunidade, transmitindo-o para outras pessoas. O vírus Ebola não é transmitido pelo ar. A infecção ocorre por contato direto com o sangue ou outros fluidos corporais ou secreções como, por exemplo, fezes, urina, saliva e sêmen de pessoas infectadas.

O que é Ebola?

A Doença pelo Vírus Ebola (DVE) é uma zoonose, cujo morcego é o reservatório mais provável. Quatro dos cinco subtipos ocorrem em hospedeiro animal nativo da África. Acredita-se que o vírus foi transmitido para seres humanos a partir de contato com sangue, órgãos ou fluidos corporais de animais infectados, como chimpanzés, gorilas, morcegos-gigantes, antílopes e porcos-espinho.
A doença pelo vírus ebola  é uma das mais importantes na África subsaariana, ocasionando surtos esporádicos, afetando diversos países. O agente da doença é um vírus da família Filoviridae, do gênero Ebolavirus, descoberto em 1976, a partir de surtos ocorridos ao sul do Sudão e norte da República Democrática do Congo (anteriormente Zaire), próximo ao Rio Ebola, mesmo nome dado ao vírus.
Até o momento, foram descritas cinco subespécies de vírus Ebola, sendo que quatro delas afetam humanos e uma delas, apenas primatas não humanos. As espécies são: vírus Ebola (Zaire Ebolavirus); Vírus Sudão (Sudão Ebolavirus); Vírus Taï Forest (Tai Forest Ebolavirus), vírus Bundibugyo (Bundibugyo Ebolavirus) e vírus Reston (Reston Ebolavirus), este último afetando somente animais. O Zaire Ebolavirus é o que apresenta a maior letalidade.
A doença do vírus Ebola, conhecida anteriormente como Febre Hemorrágica Ebola, é uma doença grave, muitas vezes fatal e com taxa de letalidade que pode chegar até os 90%. A doença afeta os seres humanos e os primatas não-humanos, como macacos, gorilas e chimpanzés.
Não há registro de casos de ebola no Brasil.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou, no dia 17 de julho de 2019, Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional (ESPII) por Ebola na República Democrática do Congo, medida prevista no Regulamento Sanitário Internacional. Neste momento, a OMS considera o risco elevado apenas no país afetado e países que fazem fronteira e não recomenda triagem para pessoas de países que não têm fronteiras com a República Democrática do Congo.

quarta-feira, 28 de agosto de 2019

Como prevenir a depressão?

A melhor forma de prevenir a depressão é cuidando da mente e do corpo, com alimentação saudável e prática de atividades físicas regulares.
Saber lidar com o estresse e compartilhar os problemas com amigos ou familiares é outra alternativa, que pode ser aliada à prática de alguma atividade integrativa e complementar, como yoga, por exemplo. 
Ajudam a prevenir a depressão leitura, aprender coisas novas, ter hobbiesviajar e se divertir.
Essas práticas mantém a cabeça ativa e a ocupam com pensamentos positivos. 
A ciência já comprovou que cuidar do corpo reflete na saúde mental de forma positiva. Atividades físicasliberam hormônios e outras substâncias importantes para manutenção do humor.
Na alimentação, receitas ou dietas recheadas de azeite de oliva, peixes, frutas, verduras e oleaginosas (nozes, castanhas etc) são o ideal para prevenir depressão.
Esses produtos são ricos em nutrientes que protegem e conversam a rede de neurônios. 

Quais as causas da depressão?


Há uma série de evidências que mostram alterações químicas no cérebro do indivíduo deprimido, principalmente com relação aos neurotransmissores (serotonina, noradrenalina e, em menor proporção, dopamina), substâncias que transmitem impulsos nervosos entre as células. 
Ao contrário do que normalmente se pensa, os fatores psicológicos e sociais muitas vezes são conseqüência e não causa da depressão.
Vale ressaltar que o estresse pode precipitar a depressão em pessoas com predisposição, que provavelmente é genética.
Estimasse que uma em cada cinco pessoas no mundo apresentam problemas relacionados a depressão em algum momento da vida.

terça-feira, 27 de agosto de 2019

O que é Depressão ?

Depressão (CID 10 – F33) é uma doença psiquiátrica crônica e recorrente que produz uma alteração do humor caracterizada por uma tristeza profunda, sem fim, associada a sentimentos de dor, amargura, desencanto, desesperança, baixa autoestima e culpa, assim como a distúrbios do sono e do apetite.
É importante distinguir a tristeza patológica daquela transitória provocada por acontecimentos difíceis e desagradáveis, mas que são inerentes à vida de todas as pessoas, como a morte de um ente querido, a perda de emprego, os desencontros amorosos, os desentendimentos familiares, as dificuldades econômicas etc.
Diante das adversidades, as pessoas sem a doença sofrem, ficam tristes, mas encontram uma forma de superá-las. Nos quadros de depressão, a tristeza não dá tréguas, mesmo que não haja uma causa aparente. O humor permanece deprimido praticamente o tempo todo, por dias e dias seguidos. Desaparece o interesse pelas atividades que antes davam satisfação e prazer e a pessoa não tem perspectiva de que
algo possa ser feito para que seu quadro melhorar